COMO SOU IMPACTADO E COMO AJO? OS VALORES DA SOCIEDADE 5.0 SOB APERSPECTIVA DOS EMPREENDEDORES

Dias 16 e 17 de Junho aconteceu o Evento Imagine 5.0, o primeiro evento do Brasil feito para líderes que querem tornar as empresas mais humanas, inclusivas e sustentáveis.


O evento foi um sucesso e o tema Sociedade 5.0 está ganhando espaço na nossa comunidade de conteúdo. Confira o resumo preparado por nós do painel com empresários "COMO SOU IMPACTADO E COMO AJO? OS VALORES DA SOCIEDADE 5.0 SOB APERSPECTIVA DOS EMPREENDEDORES" com as convidadas Fernanda Dias - CEO na Deixa Ela Treinar, Fabiola Borba - Co-fundadora da Signa, Emanuelly Oliveira -CEO e Founder em Social Brasilis com Mediação da Diretora SEBRAE/TO Eliana Oliveira.


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Três empreendedoras reuniram-se para dialogar sobre suas histórias: como estão

vivendo a Sociedade 5.0 na prática e quais são as transformações que elas têm empreendido e vivido. Emanuelly Oliveira (CEO e Fundadora na Social Brasilis), Fernanda Dias Coelho (CEO na Deixa Ela Treinar) e Fabíola Borba (Cofundadora

da Signa), sob a moderação de Eliana Castro De Oliveira (Diretora SEBRAE-TO),

trouxeram perspectivas diferentes de mercados distintos, mas com a mesma vontade de agir com propósito.


Os temas do diálogo foram: empoderamento social, desconstrução de estigmas, modelo econômico diferenciado, impacto social e econômico tangível, conhecimento, conexão, visualização e inspiração. Deste ponto de partida temático, foi logo evidenciado que as oportunidades geradas pelos negócios das três líderes são incríveis.


Para Fernanda, o esporte como ferramenta de empoderamento social tem servido para desconstruir estigmas e criar a base de um modelo econômico diferenciado. Já Fabíola acredita que há ganhos imensuráveis, pois os resultados positivos, alcançados através do que é entregue pela Signa à comunidade surda, são muito maiores do que os dados conseguem demonstrar. Para ela, o impacto gerado é como uma “bola de neve”: a partir de dores pessoais, negócios com impacto social e econômico nasceram.


Tudo isso alavancado pelo que Emanuelly chamou de “insetinho da transformação

social”: “é difícil sair disso, que começa primeiro em você, e vai motivando as outras

pessoas ao redor, dentro desse propósito.” As transformações falam mais alto.


Neste fluxo, a Fernanda fala da ferramenta Ikigai para quem está procurando delimitar o campo de ação, dando destaque à importância do autoconhecimento para que se descubra o ‘x’ da questão: “o que você gosta de fazer? No que você é boa?”. Seguindo o raciocínio, ela questiona: “qual é a coisa que você trabalharia, se fosse necessário, de graça?”. Logo, até é comum trabalhar sem retorno financeiro no começo, sabendo que isto não é limitante. O consenso é: “Quando se faz algo pro bem, pro propósito, o retorno social é gratificante”. Além disso, buscar ajuda é essencial. Nesta construção, elas contaram com a rede de apoio do SEBRAE, assim como tantas outras mulheres empreendedoras.


Então, os avanços tecnológicos servem à otimização das ações, atrelando eficácia e eficiência, explica Fabíola. E segue a explanação afirmando que a dedicação pula para 300% quando se trabalha com o que se acredita. Na Sociedade 5.0, nós entendemos que as tecnologias são instrumentos vitais, servindo de apoio. Se a ideia é resolver os problemas da sociedade, a tecnologia pode nos fazer avançar. Porém, ela enfatiza que é em contato com nossa essência, com a empatia, que o empreendedorismo se conectará com o conhecimento necessário para que possamos suprir as diversas necessidades presentes: “como líder, é importante ter essa compreensão clara: são pessoas diferentes com necessidades diferentes. Sozinho, nunca vamos conseguir tomar as melhores decisões, porque não estamos no lugar dos outros.”


Emanuelly enriquece ainda mais a conversa ao expor que a ferramenta Roda do Tempo foi essencial para que ela pudesse fazer a gestão do seu tempo. Explica-nos que “esse glamour de empreendedorismo não é verdadeiro”, e que é necessário dividir e ter paciência para ir construindo uma noção de empreendedorismo com planejamento adequado e uma gestão de tempo baseada no que está ao alcance: “talvez nos primeiros anos vai precisar conciliar com outras coisas.” Portanto, não faltaram recomendações. Eis que a cofundadora da Signa recomenda agregar aos projetos “pessoas diferentes, mas com a mesma crença ou valores iguais. Isso te dará uma diferenciação no mercado.”.


Já a CEO da Deixa Ela Treinar, nos ensina que o conselho de ouro é: “não podemos ter medo de errar, e sim medo de não pedir ajuda.”. Por fim, a CEO e fundadora do Social Brasilis nos trouxe sábias palavras: “a sua definição de sucesso no futuro é feita por você. Fazer do seu modo e do seu jeito, com os recursos que tiver. E vai dar certo no final.” Enfim, todas concordam que a hora certa para empreender vem quando a força de vontade se junta a um projeto de impacto social - o segredo está no poder do processo inspiracional.


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Texto escrito por Laisa Lopes

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